terça-feira, 28 de julho de 2015

Cânticos do Bardo: I

Olhava...
...Olhava a vela refletida!
Pensava...
...Pensava na noite, até então sem senti-la!

No beiral do cálice que vibrava fervoroso... matraqueiro com um maldito goblin!
Apenas olhava... olhava e pensava!

Aquela mão quente!
No ombro que lhe acordava!
O sonho passou... o olhar transcendeu... o frio da noite veio... afiado como uma adaga de vendeta!
Arte: jodeee

sábado, 25 de julho de 2015

Alfabeto Órquico

Como dito no linguajar élfico, o linguajar órquico e a Língua Negra de Mordor foram criadas por J.R.R. Tolkien, porém devido a sua grande dificuldade de interpretação e entendimento lógico (como explicarei abaixo) ela é menos difundida entre os curiosos e estudiosos destas artes.

Tolkien descreve a linguagem como sendo criado por Sauron como uma língua construída para ser a única língua de todos os servos de Mordor, substituindo assim as muitas variedades diferentes de órquico e outros idiomas usados por seus servos. Tolkien descreve a linguagem como existindo em duas formas, as antigas formas "puras" usadas pelo próprio Sauron, o Nazgûl, e os Olog-hai, e a mais "rebaixada" forma utilizada pelos soldados do Barad-dûr no final da terceira era.

PARA O POST COMPLETO, CLIQUE AQUI OU NA ABA "ALFABETO ÓRQUICO" DO MENU.




domingo, 8 de fevereiro de 2015

Raças & Classes: Druida


"Você já pensou no poder da natureza? Você já pensou na robusteza da terra? A ferocidade das tempestades? A cura e a morte que a água pode trazer? Você já viu um urso cinzento defendendo sua família e sua terra, com suas garras e prezas feito armas postas para a guerra? Você já imaginou o quão nobre é o guardião, capaz de comunicar-se física e espiritualmente com tudo isso?"

Calmaria

            Arte: lauryell

Caros amigos,
bom dia.

Não, não estava morto! Sim, talvez eu fosse aquele pássaro que olhou pra você de forma engraçada numa manhã nebulosa. O fato é, foi tempestade.

Por motivos pessoais tive que abandonar o conclave por um período, como todos sabem, e como tantos peregrinos irmãos de luz, ele é uma diversão. Infelizmente o mundo que vivemos não é Tolkeniano nem Martiniano. É um mundo real em que as necessidades chegam, e ai não podemos ser um maldito Kobold ou um herói em armadura brilhante, temos que ser meros mortais.

Mas o que quero dizer com isso? Estive lendo, aprendendo, cumprindo minha sina, e estou voltando. Sim aos poucos, é verdade, mas estou voltando. Com posts mais espaçados no tempo, mas com idéias novas e coisas boas. Chegou a calmaria.

Em tempo, agradeço a todas as pessoas que me procuraram neste um ano e que seguiram apreciando o site mesmo na desatualização. Aos novos parceiros, obrigado e aos velhos, obrigado também. Esta é uma das razões pelo qual desde o meu tabuleiro de D&D a anos atrás, nunca mais me desliguei do Role Play. Os amigos que a gente cria, mesmo sem conhecê-los pessoalmente.

Um forte abraço e muita luz na estrada. Que sejamos sempre os heróis nesta luta diária que vivemos.

Ú i vethed... nâ i onnad.



terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Crônicas de Arendeth: Páginas Perdidas I

Lua de Outono, Dia I, Castelo Paladino.
"Volto mais uma vez do povoado... estou horrorizada. Camponeses não são páreos para aquele Troll. Embora não o tenha visto, apenas observar alguns instantes o local por onde ele espreitou me torna inquieta. Mãe, será este um mal tão grande? Olhe por nosso povo.

Hoje juntamente com um batalhão de meu pai pude tratar alguns feridos, mas nem a Luz de nossa pureza pode fazer muita coisa por aquelas pessoas. Estraçalhados, mutilados... Segundo o reporte dos homens, ele é branco como a neve, mas não possui beleza. Seu simples odor deixa os animais horrorizados. Será o cheiro de toda a ruindade que habita uma fera selvagem? Será o simples cheiro da morte? Não sei. Só sei do que aquele animal é capaz. Dizimou hoje a terceira fazenda em apenas 5 luas. Perdi a conta dos homens que sucumbiram, entre camponeses, cavaleiros e escudeiros. Conforme me confidenciou um soldado em seu leito de morte, o animal é muito veloz e os recebeu a pedras gigantes. Flechas só o enfurecem mais e não conseguem chegar perto para as armas de combate. Em uma única noite alimentou-se de grande quantidade de ovelhas como se fossem apenas pães-de-pedra.